domingo, 1 de junho de 2025

Tenente alega “surto de raiva” e falta de medicação psiquiátrica em depoimento sobre assassinato de capitão



O 2º Tenente Cássio de Almeida Soares declarou em depoimento que sofreu um “surto de raiva incontrolável” antes de assassinar o Capitão Breno Marques Cruz, dentro da Academia de Polícia Militar, em São Luís, na última quarta-feira (28).

O oficial afirmou, ainda, não se lembrar de grande parte dos fatos e negou ter ido ao local com intenção de confrontar a vítima. O documento foi divulgado pelo portal O Informante.

Segundo o relato, o tenente sofre de transtorno bipolar e havia interrompido o uso de antidepressivos e ansiolíticos dois dias antes do crime. Ele alegou que foi à academia apenas “tomar água” e que só atirou porque o capitão teria “sacado a arma” primeiro.

Cássio admitiu desentendimentos anteriores com Breno por questões funcionais, inclusive por um inquérito disciplinar aberto após denúncia do capitão.

O tenente disse, ainda, nunca ter recebido acompanhamento psicológico por parte de seus superiores e cedeu o aparelho celular para investigação. Ao final da oitiva, Cássio afirmou que um capitão teria tentado matá-lo após sua prisão.

Preso logo após cometer o crime, o agente segue detido no Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão, em São Luís. O Capitão foi enterrado na tarde de sexta-feira (30) em um cemitério da Grande Ilha.

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