quinta-feira, 25 de junho de 2020


Da coluna Estado Maior

A votação no Senado sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) relatada pelo maranhense Weverton Rocha (PDT) mostrou que há divergência quanto a ideia de adiar as eleições municipais de 2020.

Eliziane Gama (Cidadania), por exemplo, até votou a favor de adiar, mas queria a unificação do pleito para 2022.

Já o senador Roberto Rocha (PSDB) preferiu se abster porque acredita que uma segunda onda da Covid-19 poderá chegar e o resultado será o adiamento total do pleito. Após comunicado à base do PSDB no Senado, Rocha disse que estava apoiando a unificação das eleições. “Fiz uma emenda para coincidir com as eleições de 2022, prorrogando os atuais mandatos de prefeitos e vereadores”, disse o tucano à coluna.

A proposta, que quer eleições em 15 de novembro (1º turno) e 29 do mesmo mês (2º turno), vai para a Câmara dos Deputados para ser avaliada. Da bancada na Casa, somente Hildo Rocha (MDB) já fechou questão e até apresentou proposta para não adiar o pleito.

Os demais aguardam a pandemia e as propostas que estão sendo apresentadas para definir posição para uma matéria que ainda esta semana vai pousar na Câmara dos Deputados.

Comentou – Nas redes sociais, entre os deputados, somente o Pastor Gildenemyr se manifestou após aprovação de PEC das eleições no Senado.

Segundo ele, os estudos científicos, as condições jurídicas e também de campanha eleitoral devem ser consideradas antes que uma decisão seja tomada.

Ainda de acordo com o parlamentar, somente após analisar o que aprovou o Senado e também estudar as propostas apresentadas na Câmara é que deverá se posicionar sobre adiar ou não o pleito de outubro.

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