quinta-feira, 9 de maio de 2019
Deslocamento da plataforma Iemanjá para construção da ponte Central-Bequimão (Foto: Arquivo)

Os trabalhos para a construção da ponte que liga Central até Bequimão exige do Governo do Maranhão, através das equipes de engenharia e planejamento estratégico da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), um esforço técnico de alta complexidade.

Nesta quinta-feira (9), a plataforma Iemanjá estará em deslocamento para o leito do Rio Pericumã, para a execução de outra etapa da obra. Puxada por dois rebocadores de 9,5 toneladas cada, o percurso da viagem da plataforma de 600 toneladas será de 120 km, feito a 6 km por hora, durando três dias até chegar em Bequimão.

O Rio Pericumã, por ter uma boa área do leito em arenito (rocha), necessita de uma estrutura mais arrojada como essa, garantindo que as equipes possam trabalhar, mesmo com a variação da maré.

Atualmente, a obra está em estágio de fabricação da pré laje de concreto armado, uma espécie de tabuleiro que serve de fôrma para colocar toda a estrutura metálica da ponte que ficará na parte superior. São cerca de quatro mil e oitocentas peças de pré laje fabricadas, além da construção das camisas metálicas de 1.700 mm com 20m de comprimento, que também servem de fôrma para a colocação do concreto das estacas de sustentação.

Interligação

Com extensão de 589 metros e investimento de R$ 68 milhões, a ponte vai interligar 10 municípios da Baixada Maranhense e diminuir a distância de deslocamento dos moradores da região em 125 quilômetros. As cidades diretamente beneficiadas são Bequimão, Central, Apicum-Açu, Bacuri, Serrano do Maranhão, Cururupu, Porto Rico, Cedral, Guimarães e Mirinzal.

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