sábado, 2 de dezembro de 2017


Durou duas semanas o mistério de uma lista em poder da Operação Pegadores que continha “424 fantasmas”. Em entrevista à Mirante, os policiais afirmaram que havia a lista, que o governador Flávio Dino passou a cobrar diariamente pelas redes sociais.

Entregue à Secretaria Estadual de Saúde somente nesta quinta-feira, a lista não deve durar dias. A equipe técnica da Saúde fez levantamento apontando que, na lista de pagamento do ICN em que estariam os supostos fantasmas, estavam, na verdade, todos os funcionários do Hospital Geral e da Unidade Mista do Maiobão que atuavam no segundo semestre de 2015.

Além deles, estão funcionários que atuavam – e alguns atuam até hoje – no PAM Diamante, no Centro de Saúde Genésio Rêgo, na Vila Palmeira e nas UPAs de Vinhais e Cidade Operária.

O motivo da confusão entre o que seriam “fantasmas” e que são na prática funcionários que trabalham é simples. O critério usado pela Operação Pegadores para definir quem era “fantasma” foi a tal GFIP – a Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência.

Como todos sabem, a maior parte das empresas vem adotando módulos informais de contratação. Confundir isso com o “desvio de recursos públicos” foi uma afobação que deve ser desmentida em breve.

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