A traição e as derrotas de Rildo Amaral
O prefeito Rildo Amaral (PP), da cidade de Imperatriz, pagou um preço caro no que diz respeito ao fato de ter traído o governador Carlos Brandão (MDB), responsável maior pelo êxito que o mesmo obteve em 2024 quando conseguiu vencer o pleito municipal no segundo turno.
Rildo contabilizou duas derrotas que comprometeram seu projeto de poder familiar e que, talvez, estejam fazendo com que o mesmo sinta arrependimento de ter debandado para o campo de Eduardo Braide (PSD), candidato ao Governo, atendendo pedido do deputado federal André Fufuca (PP), outro que também traiu o chefe do Palácio dos Leões e seu grupo.
Na noite de ontem, o prefeito viu o União Brasil barrar a indicação da sua mulher, Perla Amaral, para ser primeira suplente de Fufuquinha, situação que havia sido acordada e colocada como condicionante para que Rildo abandonasse a candidatura de Orleans Brandão (MDB).
O máximo que ele conseguiu foi emplacar o segundo suplente do Progressista, um militar reformado e com quase nenhuma importância política na região Tocantina.
Também nesta quarta-feira, no período da tarde, foi confirmada a informação de que o irmão do prefeito, o vereador Flamarion Amaral, teve negado pela nacional da Federação Brasil da Esperança recurso que objetivava homologar sua candidatura ao cargo de deputado estadual pelo PV, que faz parte da base de apoio de Brandão.
Uma traição, duas derrotas.
E o ditado “Para um traidor, dois aleivosos” nunca esteve tão em alta na política maranhense.
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