Camarão reage e diz que teve acordo por sucessão de Brandão
O vice-governador Felipe Camarão (PT) reagiu a uma fala do governador Carlos Brandão (sem partido) na qual o chefe do Palácio dos Leões, em entrevista à Folha de São Paulo, negou qualquer tipo de acordo feito em 2022 determinando que ele seria obrigado a renunciar ao mandato, este ano, para concorrer ao Senado e, desta forma, entregar o comando do Estado ao petista para que ele disputasse a reeleição.
Em postagem nas redes sociais, Camarão, que foi indicado para o posto pelo ex-governador Flávio Dino, atual ministro do Supremo Tribunal Federal, afirmou que o acordo foi firmado com o “PT nacional, com todos nós e foi público”.
“Só vencemos por causa de Lula/PT (garantido por eu ser o vice) e pela força/popularidade de Flávio Dino. Ocorre que será DESCUMPRIDO por razões familiares, por causa do programa segundo emprego para o sobrinho e pela traição ao povo do Maranhão. Da minha parte, só posso pedir desculpas por ter ajudado a eleger a neo oligarquia e dizer ao povo: SERÃO DERROTADOS EM OUTUBRO!”, disse.
Camarão e outros dinistas – políticos atrelados ao ex-governador – fazem oposição ferrenha à Brandão e seu grupo, que tem como pré-candidato ao Governo o secretário estadual de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB).
Eles trabalham para concretizar um movimento que faça com que o PT desembarque em uma possível pré-candidatura do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), que ainda não anunciou se renunciará, ou não, ao mandato para se colocar apto na disputa.
Caso consigam obter êxito na empreitada, dinistas terão espaço na chapa majoritária encabeçada por Braide – Camarão concorrerá ao Senado.
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