sábado, 27 de janeiro de 2024

Posição firme de Felipe Camarão consolida sua candidatura a governador em 2026



O ano de 2024 iniciou com uma discussão sobre a possibilidade de o vice-governador Felipe Camarão assumir o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e deixar o caminho livre da sucessão em 2026, como fez Washington Oliveira em 2013 fazendo com que Roseana pudesse ser candidata a senadora, o que nem acabou se consolidando, já que ela ficou no governo até dezembro de 2014 quando o então presidente da Assembleia, Arnaldo Melo, assumiu o governo.

O perfil de Felipe Camarão e a desnecessidade, inclusive financeira, de assumir o cargo de conselheiro, já que é procurador federal de carreira e professor da UFMA, o coloca em uma posição muito diferente da de Washington à época.

A sondagem de que Camarão poderia ser indicado ao TCE-MA parece ter sido jogada como um teste para verificar qual seria a reação dele diante da possibilidade. Em entrevista ao programa Ponto Continuando, da rádio 92,3 FM, o vice-governador foi firme em afirmar que não assume o cargo em nenhuma hipótese. Ele afirmou que é leal ao governador Carlos Brandão e seguirá como vice-governador até o final do mandato. O caminho natural é que os dois estejam juntos na chapa de 2026, sendo ele candidato a governador e Brandão a senador.

A posição firme do vice-governador sobre o tema parece ter esfriado qualquer possibilidade de ser oferecida a ele esta saída. A confirmação de que está tudo encaminhado para a chapa Camarão-Brandão e um terceiro nome para o senado se deu com a entrevista de ontem do chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, ao programa Expediente Final, da rádio Difusora News.

Um dos homens mais próximos de Brandão confirmou que o governador deverá mesmo deixar o cargo em abril de 2026 para se candidatar ao senado e Felipe será governador candidato à reeleição. “É um cara absolutamente correto, leal, preparado. Não tem razão nenhuma para que isso [Felipe assumir o governo] não aconteça”, afirmou.

Madeira também disse que o governador precisa ser candidato ao senado para manter sua influência no jogo político. Seria catitu fora do bando. É comida de quem? De onça. Aí o governador sai do grupo que lhe apoiou, sai de todo um conjunto, para poder fazer um enfrentamento absolutamente inócuo e desnecessário. Não só acredito, mas defendo que ele (Brandão) vá ocupar a cadeira dele do Senado. Passe oito anos. É novo, se um dia quiser voltar a ser governador, aí é avaliação dele”, declarou.

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