quarta-feira, 26 de outubro de 2022

MPT contabiliza 10 casos de assédio eleitoral no Maranhão

Um levantamento feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) até as 11h30 desta quarta-feira (26) identificou que já há 1.284 empresas acusadas de assédio eleitoral neste ano em todo o país. Como algumas foram denunciadas mais de uma vez, o órgão contabilizou 1.633 denúncias desse tipo.

A eleição de 2022 deverá ficar marcada por uma espécie de surto desse tipo de ilegalidade. Quatro anos atrás, o total de empresas denunciadas foi consideravelmente menor, 98.

O assédio eleitoral vem ocorrendo de diversas formas. Às vezes é por meio de ameaça de dispensa de empregados. Em outras ocasiões ocorre via anúncio de iminente fechamento do estabelecimento em caso de vitória de um dos candidatos à Presidência. Há até situações de estímulo à abstenção, dependendo da preferência eleitoral do empregado.

Os episódios já levados à imprensa são todos relacionados à pressão por apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) ou contra o voto no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O MPT tem distribuído multas e determinações de retratação nos episódios já comprovados.

Com 360 registros, o Estado de Minas Gerais lidera o ranking de empresas denunciadas por assédio eleitoral. Quase empatados na segunda posição estão o Paraná, com 138 casos, e São Paulo, com 130 registros.

No nordeste foram contabilizados 276 casos, sendo 10 no Maranhão. Segundo o procurador-chefe do MPT-MA, Luciano Aragão, esta quantidade é significativa. “Caso você, trabalhador maranhense, se sofrer algum tipo de assédio, você pode denunciar no site do MPT e também no aplicativo pardal. Há possibilidade da denúncia presencial. As denúncias recebidas serão apuradas”, disse Aragão.

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