domingo, 17 de julho de 2022

Sonho e Pesadelo : A saga de quem precisa dos Ferrys e as promessas não cumpridas


No início de 2017, o Governo do Maranhão, por meio da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB).


No início de 2017, o Governo do Maranhão, por meio da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), apresentou um projeto de transporte marítimo que iria facilitar e ampliar a integração entre a Ilha de São Luís e as regiões do Munim e dos Lençóis Maranhenses. Tratava-se da linha de ferryboat entre os municípios de Icatu e São Luís, com terminal de embarque/desembarque no porto de Quebra Pote, Zona Rural da capital.

Decorridos cinco anos, essa alardeada promessa não foi cumprida e ninguém mais comenta sobre esse sonho para quem pretendia encurtar o tempo de viagem entre as regiões do Muni e Lençóis Maranhenses com a capital. Do outro lado da Ilha, literalmente falando, o pesadelo continua na travessia por esse tipo de embarcação. E anda longe de acabar.

Os “ferrys-velhos” (como bem trocadilhou o Blog Marrapá), que fazem a travessia entre São Luís e Alcântara continua sendo uma tormenta diária. Diária porque, as viagens que aconteciam de duas em duas horas se transformaram em demoradas 12 em 12 horas, provocando perda de tempo, desconforto e insatisfação para usuários deste meio de transporte aquaviário.

Quanto à Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), criada em 2015 para mobilizar, ainda falta mobilização de sua parte.

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