sexta-feira, 4 de março de 2022

Flávio Dino é obrigado a fugir de entrevista coletiva


Está cada vez mais nítido que a política de comunicação adotada pelo então Secretário de Estado da Comunicação, o jornalista forasteiro Ricardo Capelli, não tem incluído os comunicadores maranhenses. Se na capital inexiste diálogo com jornalistas, no interior, o cenário é ainda pior.

Rádios comunitárias, pequenos periódicos, blogs, que disseminam informações de interesse público por todo o Estado, estão sendo desrespeitados com a falta de comunicação, respeito, diálogo e de reconhecimento pela Secretaria de Comunicação.

Como o resultado disso não poderia ser positivo, o governador Flávio Dino, em muitas de suas andanças pelo interior, nos momentos de coletiva de imprensa, tem sido bastante instigado veementemente por comunicadores que, de alguma forma, se sentem afetados pela medíocre política de comunicação do governo estatal.

Após uma visita ao município de Zé Doca, o governador se viu massacrado durante uma rápida coletiva de imprensa por comunicadores locais quando questionado sobre a aplicação da lei do piso salarial dos professores estaduais, que não acontece na prática. O governador não convenceu e precisou se retirar do ambiente, como mostra o vídeo abaixo.

Hoje, com o desastroso comando de Capelli à frente da Secom, o atual governo tem cada vez menos proteção dos comunicadores locais que com os quais, e como já citamos, não tem havido qualquer diálogo por uma harmonia na prática do jornalismo diário e os interesses do governo em suas atividades políticas e administrativas.

É sempre tempo de repensar decisões e dialogar com as partes, com os jornalistas.

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