quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Vereador do Podemos aponta aliança entre Weverton e Braide em 2022

Primeiro secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís, o vereador Octávio Soeiro foi o entrevistado, na noite de ontem, do programa Ponto Continuando, da Rádio Educadora AM 560, apresentado pelos jornalistas Clodoaldo Corrêa e Glaucio Ericeira.

Exercendo o seu primeiro mandato, Octávio fez um balanço positivo das suas ações, com foco nas áreas da infraestrutura, saúde e defesa dos direitos das mulheres, por exemplo, e tratou de política, especialmente no que se refere à sucessão do governador Flávio Dino (PSB) e a eleição para o comando da CMSL, biênio 2023/24.

Na avaliação do parlamentar, que é filiado ao Podemos, mesmo partido do prefeito Eduardo Braide, o gestor da capital maranhense apoiará, em 2022, o senador Weverton Rocha, do PDT, na eleição para o Governo do Estado.

“O PDT faz parte da base de apoio do prefeito e muito contribuiu, é inegável, para que o Eduardo chegasse na Prefeitura. Foi muito importante no segundo turno da eleição. Portanto, é uma parceria que deu certo em 2020 e certamente dará certo em 2022. Na minha avaliação, no momento certo, o prefeito, com sua inteligência e capacidade, declarará apoio ao senador Weverton”, disse.

Para Octávio, Weverton reúne todas as condições para administrar bem o Maranhão.

“Weverton é o nome mais preparado. Ele aproximou o seu gabinete no Senado de todos os municípios, de todo Estado. Hoje ele abre portas para que todos os agentes da classe política consigam buscar recursos para o Maranhão. Weverton faz política mantendo contato direto com o cidadão. Sem dúvida, é o melhor nome, muito articulado com a classe política e com a população”.

Sobre a eleição para Mesa Diretora da Câmara, Octávio afirmou que, neste momento, é precipitado tratar de um assunto, cuja resolução, só se dará em abril do ano que vem.

Na avaliação do vereador, o pleito que definirá o sucessor do presidente Osmar Filho (PDT) não será por aclamação.
“Entendo que ainda é muito cedo para dizer quem será candidato. Mas isso é natural e cada um age com suas estratégias. Dos 31 vereadores, 30 tem legitimidade para pleitear o cargo de presidente. Minha avaliação pessoal é que não terá aclamação. Terá disputa com no mínimo duas chapas”, comentou.

“Lá em abril, quando chegar o momento certo, nosso grupo terá um candidato de consenso, que será escolhido ouvindo todos os colegas parlamentares, ouvindo o presidente Osmar, que terá papel fundamental. E com a permissão de Deus, tenho certeza que iremos vencer a eleição”, completou.

Clique Aqui e veja a entrevista na íntegra.

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