sábado, 17 de julho de 2021

" Defender voto impresso é defender a volta de práticas nefastas", diz Felipe Camarão


O secretário estadual de Educação, Felipe Camarão, pré-candidato a deputado federal pelo PT, se manifestou, através de sua rede social, sobre a proposta que tramita em uma comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a volta do voto impresso, exigência do presidente Jair Bolsonaro para aceitar o resultado da eleição de 2022, em caso de derrota.

Na avaliação de Camarão “a defesa do voto impresso contraria a evolução do processo eleitoral”. O secretário argumenta que “a urna eletrônica veio justamente para combater fraude, compra de votos, enxerto de votos falsos e outras práticas coronelistas e criminosas”. Ele diz ainda: “Defender isso é defender a volta de práticas nefastas”.

Em sessão tumultuada e marcada por alegações de falhas tecnológicas no sistema de deliberação remota por deputados da base do governo, a comissão especial da Câmara sobre o voto impresso foi encerrada nesta sexta-feira, 16, sem apreciar a proposta.

Diante da iminente derrota da proposta, uma das principais bandeiras do presidente Jair Bolsonaro, e sob protestos da oposição, o presidente do colegiado, Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), encerrou a sessão.

A justificativa oficial foi um pedido do relator, Filipe Barros (PSL-PR), que cobrou mais tempo para fazer alterações em seu parecer. Ainda não há previsão para a retomada da sessão.

A oposição, no entanto, promete reagir. “Foi uma aberração, uma absoluta desonestidade”, disse o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). “A comissão foi vítima de um bando”, emendou o petista, que chamou Martins de “picareta”.

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