sábado, 5 de junho de 2021

O amanhã está em nossas mãos, por Simplício Araújo

No mundo todo, as maiores lideranças políticas, principalmente nos países democráticos, viveram sua maior prova de fogo. Em decorrência da pandemia, todos foram colocados a prova e tiveram que demonstrar sua verdadeira faces e capacidade.

No maior desafio mundial da humanidade, líderes planetários se viram diante uma guerra, com as populações indefesas, atacadas por um perigoso e letal inimigo. Nesse cenário obscuro, enquanto verdadeiros líderes se revelaram e se tornaram imprescindíveis, outros farsantes e insidiosos foram facilmente identificados.

Em 2020, quando todos fomos surpreendidos pela Covid-19, sem manual, sem norte para o combate ao vírus, sem vacinas, respiradores, equipamentos de proteção, oxigênio ou medicamentos específicos contra a doença, em meio a milhões de dúvidas sobre como defender a população, o mundo inteiro teve que seguir determinações; muitas delas duras. Determinações de líderes que colocaram de lado o receio de perder popularidade, de se contaminar, e tomaram decisões estratégicas para salvar a maior quantidade possível de pessoas e garantir que as vítimas fatais tivessem assistência médica.

Em polo oposto, muitos se esconderam ou mesmo negaram, falsearam. Estes serão lembrados pela covardia, desfaçatez e pelo desamor ao povo que os escolheu para liderar sua vida. Não é difícil identificar os que trataram e ainda tratam os brasileiros, durante a crise sanitária, da mesma forma que tratam em períodos eleitorais: apenas com pirotecnia ilusória.

Desde novembro de 2020, duas preocupações se tornaram maiores nos meus dias: a procura incessante por vacinas em diversos países, em virtude da falta e foco do âmbito federal para isso, e a reconstrução da vida, cidades e estados no pós pandemia.

Presumo que teremos grandes desafios após a imunização da nossa população; teremos chagas abertas e muito a se buscar reparo nos âmbitos mental e material.

Aqueles que se acovardaram e se esconderam ou tentam nos ludibriar tentarão se vender novamente como ‘salvadores da pátria’, com seus aparatos bélicos ilusórios, como a maioria sempre faz em campanhas políticas.

O mundo será ainda de desafios, mas pode ser melhor se tivermos aprendido a identificar os dissimulados e continuarmos a buscar os verdadeiros líderes.

A pandemia mostrou a todo mundo quem é quem. A decisão de simplificar ou piorar a retomada do crescimento e a reconstrução da nossa vida está agora nas nossas mãos.

Mãos a obra!

Simplício Araújo

Secretário de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão

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