quarta-feira, 10 de junho de 2020

Por determinação do prefeito Francisco Nagib, os serviços não essenciais estão suspensos pela terceira vez na cidade por conta do aumento do número de casos




A Procuradoria-geral do município de Codó já registrou 1.168 casos e cinco óbitos por conta do novo coronavírus (covid-19), publicou um novo decreto que determina o fechamento do comércio não essencial pela terceira vez consecutiva para tentar frear a contaminação da população. O decreto entra em vigor a partir de hoje (10) e tem validade até o próximo dia 25 de junho. O anúncio do novo decreto que tem regras mais rígidas, levou diversas pessoas ao centro comércio do município que deverá fechar todas as lojas.

A prefeitura também determinou que os serviços de construção civil, ferragens e materiais de construção somente funcionarão com serviço de entrega delivery e drive thru. Outra medida sanitária anunciada é que caberá à Polícia Militar, que ficará instalada no quilômetro 17 da rodovia MA 016, a fiscalização e detenção dos veículos fornecedores de bebidas alcoólicas para bares e atacadistas ou consumidores de bebidas de Codó. Ou seja, está de volta a lei seca no município.

Segundo o documento assinado pelo prefeito Francisco Nagib, as atividades para igrejas e templos religiosos de qualquer crença podem manter suas portas abertas para o recebimento e entrega de doações de qualquer natureza, oferta pecuniária e não sendo permitida a celebração com presença de fiéis, mas somente com apresentações on-line televiso ou qualquer meio de comunicação. Ou seja missas, cultos e afro religiosas estão terminantemente proibidas.

O funcionamento do comércio no Mercado Central, Pitombeira e na Ferinha do Peixe da Av. Santos Dumont e no Mercado da Praça Almirante Tamandaré estão permitidos somente no período da manhã somente até as 11h da manhã. Antes de publicar o decreto, o prefeito Francisco Nagib também já havia anunciado ter conseguido um empréstimo de R$ 100.000,00 para cada empresário que se interessar pela linha de crédito de auxílio no período da pandemia, com taxa anual de 2,5% ao ano e com prazo longo para começar a pagar. Esta medida depende da aprovação pelo Governo Federal do estado de calamidade municipal e deve ser propagada aos empresários locais numa reunião de hoje à noite na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas.

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