domingo, 17 de maio de 2020

Flávio Dino na entrevista/debate de ontem, à noite, no programa Globonews Debate

O governador Flávio Dino participou, na noite deste sábado, 16, do programa Globonews Debate, junto com os governadores João Dória (SP), Romeu Zema (MG), Rui Costa (BA) e Antonio Denaruim (RR). Durante o debate/entrevista, Dino disse que a paralisação da economia não deriva dos decretos dos governadores. “Se fosse assim, essa paralisação não estaria ocorrendo na China e na Europa. Precisamos entender que só existe uma forma séria e decente de retomar a economia, que é vencer a pandemia”, disse o governador maranhense.

Flávio Dino afirmou que quem deseja retomar a economia mais rapidamente são aqueles que neste momento estão tendo coragem em sustentar as medidas preventivas, porque sem elas haveria maior número de casos confirmados e mais mortes. “Alguém acha que as cadeias produtivas, globais, de oferta e demanda vão se estabelecer num contexto de grave pandemia? Alguém acha que haverá investimentos privados com pessoas morrendo? Então, nós temos que entender que não há contradição a não ser falácia ideológica entre defender a vida e a economia. Só há um modo verdadeiro de defender a economia, que é defendendo a vida”, assegurou Dino.

Ao ser questionado sobre os resultados das medidas restritivas adotadas nas últimas semanas, como o lockdown nas cidades que integram a Ilha de São Luís, o governador ressaltou que houve uma diminuição de 80% no número de passageiros de ônibus. “Notamos uma contenção no achatamento da curva. Acreditamos que essas medidas estão produzindo efeito poderoso. Temos a certeza de que, como a ciência indica e as experiências internacionais, o distanciamento produz, sim, bons resultados”, disse Flavio Dino, ao destacar a junção entre as medidas preventivas adotadas e a ampliação da rede assistencial no Maranhão.

O governador do Maranhão falou ainda do desejo de reabrir o comércio o mais rápido possível. “Nunca chegamos a interromper totalmente. Nós fizemos um planejamento escalonado, baseado nos dados epidemiológicos. Nós temos que fazer isso de maneira a não ferir direitos, a integridade física e a vida das pessoas”, enfatizou.

Via O Informante

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