sábado, 18 de abril de 2020

Hospitais particulares garantem que não estão com lotação máxima


Em post no Twitter, Flávio Dino afirmou que as unidades privadas não possuem mais capacidade para atender pacientes com o novo coronavírus



Dois importantes hospitais privados de São Luís, São Domingos e UDI, informaram à redação de O Imparcial na tarde desta sexta-feira (17) que não estão operando com a capacidade máxima como publicou o governador Flávio Dino através do Twitter.

Na postagem feita na tarde da última quinta (16), Dino afirmou ainda que as unidades privadas não possuem mais capacidade para atender pacientes com o novo coronavírus.


Flávio Dino
✔@FlavioDino




Importantes hospitais privados do Maranhão informam que não tem mais capacidade de atender pacientes de coronavírus. Isso vai sobrecarregar ainda mais a rede pública. No que depender do governo do Estado, seguirei a política de ampliação ao máximo que eu puder.
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17:21 - 16 de abr de 2020
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Com este cenário, a rede pública de saúde tende a ter um sobrecarregamento de pacientes diagnosticados com a doença.

O governador assegurou que se caso isso ocorra, seguirá com a política de ampliação dos leitos em hospitais do estado, o máximo que puder.

O que dizem os hospitais

A assessoria do Hospital São Domingos relatou que não está operando com sua capacidade máxima de ocupação dos leitos.

O Hospital São Domingos informa que não está lotado. O atendimento na Emergência e internações está ocorrendo normalmente.

De acordo com o último boletim de atualização de pacientes com o novo coronavírus em São Luís, a unidade hospitalar informou que até o momento 82 pacientes estão internados com suspeita da doença e outras 58 pessoas já testaram positivo para a Covid-19.

Quanto ao hospital UDI, a assessoria informou que a unidade não atingiu sua lotação máxima, mas, também não tem como precisar o número exato, pois a quantidade de leitos ocupados e disponíveis varia muito conforme a demanda.

Ainda de acordo com a UDI, no hospital há setores apartados para atendimento de pacientes com sintomas gripais e de pacientes com outros sintomas.

Por fim, a unidade esclareceu que esse procedimento de separar os setores e fluxos de atendimento foi adotado desde o início da pandemia para garantir a segurança de todos (pacientes e profissionais de saúde).

Quanto ao número de pessoas internadas na unidade, a assessoria informou que as informações foram repassadas à Secretaria Estadual de Saúde (SES), que não se manifestou sobre os dados até o encerramento da matéria.

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