sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

A ideia é substituir o programa por um plano de carreiras que irá tornar regiões de ''difícil provimento'' mais atrativas aos profissionais


De acordo com a secretária de gestão no trabalho e educação em saúde do Ministério da Saúde, não serão mais abertos editais do programa

Quase dois meses após do governo cubano suspender a participação dos profissionais no Programa Mais Médicos, o governo de Jair Bolsonaro decidiu encerrar o programa e informou que um novo projeto será implementado. Segundo informações colhidas pelo jornal El País, a ideia é substituir o Mais Médicos por um plano de carreiras que irá tornar algumas regiões do Brasil mais atrativas aos profissionais.

De acordo com a secretária de gestão no trabalho e educação em saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, não serão mais abertos editais do Mais Médicos. Com isso, os profissionais que atuam no programa permanecerão até o final dos contratos, que têm duração de três anos. Cerca de 8.500 vagas foram abertas após a saída dos cubanos e até o momento ainda restam 1.462 vagas não preenchidas. "Todas as vagas do atual edital foram completadas por brasileiros inscritos. E esse deverá ser o último edital do programa, que será substituído pela carreira federal em áreas de difícil provimento e que está em elaboração", declarou Mayra.

Com a ocupação total das vagas, que, segundo a pasta da Saúde, poderá ser preenchida com os cerca de 3.700 médicos brasileiros que são formados no exterior e se inscreverão no edital ainda nesta semana, os profissionais estrangeiros inscritos no programa, que deveriam escolher os municípios nos dias 18 e 19 deste mês, não devem mais participar do Mais Médicos.


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