segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Maranhense é morta a facadas por marido na frente da filha de 8 anos no DF


Maria Regina Araújo, de 44 anos, foi assassinada com 40 facadas dentro de casa.




Uma mulher de 44 anos foi morta a facadas pelo marido na frente da filha, de 8 anos, na noite deste domingo (26) no Distrito Federal.

A maranhense Maria Regina Araújo levou 40 golpes de Eduardo Gonçalves de Souza, de 34 anos, que já havia sido denunciado por violência doméstica.

O crime ocorreu por volta das 20h30 na Fazendinha, região do Itapoã. Testemunhas disseram à polícia que Souza "apanhou" de algumas pessoas quando saiu de casa, mas conseguiu se desvencilhar e fugir para uma área de matagal.


Outros filhos do casal chegaram ao local do crime e tentaram impedir que o pai continuasse esfaqueando a mãe, mas também foram ameaçados de morte. Um deles chegou a ser ferido pelo assassino.

Uma equipe do Samu esteve no local e prestou apoio psicológico à filha do casal, que presenciou o assassinato e "entrou em estado de choque", segundo os profissionais.

Familiares da mulher residem no bairro Coroadinho, em São Luís. O corpo será transladado para velório e sepultamento na capital maranhense. Um irmão da vítima viajou a Brasília, na manhã desta segunda-feira (27), para dar apoio à família e tratar do traslado do corpo.

A mãe de Maria Regina Araújo faleceu há quatro meses.

Até a última atualização desta reportagem, o responsável pelo crime não havia sido preso.


De janeiro a julho deste ano, foram registrados 16 casos de feminicídio no Distrito Federal, segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF.

O assassinato de uma mulher é considerado feminicídio quando a vítima foi morta em um crime de ódio, motivado pela condição de gênero.

Como denunciar

É possível denunciar casos de violência contra a mulher pelo telefone 180. A ligação é gratuita e anônima.
Nos sete primeiros meses de 2018, a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (Ligue 180) recebeu 79.661 denúncias com relatos de abuso sexual, homicídio, cárcere privado e outros tipos de violência.


O serviço funciona 24 horas por dia e preserva o anonimato a quem denuncia.

Dados de feminicídio são subnotificados no país

Os relatos recebidos via telefone são encaminhados aos sistemas de Segurança Pública e ao Ministério Público do local correspondente. O governo federal ressalta que não somente mulheres que sofrem violência devem ligar, mas também qualquer amigo ou familiar.

Além da medida protetiva, a mulher também tem direito a atendimento por equipe multidisciplinar composta por psicólogo e assistente social.

0 comentários:

Postar um comentário

Busque aqui

Curta a Página do Blog do Neto Weba

CUIDE DO SEU SORRISO

CUIDE DO SEU SORRISO

INTERNET EM ALTA VELOCIDADE

INTERNET EM ALTA VELOCIDADE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Prefeitura executa novas obras de pavimentação em Godofredo Viana