terça-feira, 7 de novembro de 2017

Justiça mantém prisão do ex-padrasto de Alanna Ludmila


(Foto: De Jesus/O Estado)
A juíza Janaína de Carvalho, da Central de Inquéritos e Custódia da Comarca da Ilha de São Luís, realizou na manhã desta terça-feira (08) audiência de custódia do preso Robert Serejo Oliveira, acusado de matar a menina Alanna Ludmila, de 10 anos, no Conjunto Maiobão (Paço do Luminar), no dia 01 de novembro de 2017.

A magistrada manteve a prisão temporária, pelos próprios fundamentos da sentença da juíza Lícia Cristina Ferraz de Oliveira, que decretou a prisão, durante o plantão criminal.

Por se tratar de crime hediondo, a temporária tem duração de 30 dias, a contar da data da prisão que ocorreu no último sábado, dia 04 de novembro.

Participaram da audiência de custódia, no Fórum Des. Sarney Costa (Calhau), a promotora de justiça Norimar Gomes Nascimento e o defensor público Vinícius Goulart Reis.

A juíza responsável pelo plantão criminal decretou a prisão de Robert Serejo Oliveira em razão de indícios de autoria no crime de homicídio, aliado à necessidade de que sejam prestados maiores esclarecimentos e individualizada a conduta, possibilitando a realização de todas as diligências indispensáveis à apuração.

Entenda o caso

Alanna Ludmilla desapareceu na quarta-feira (1º), enquanto estava sozinha em casa durante o tempo em que a mãe dela tinha ido a uma entrevista de emprego. Uma mochila que pertencia a menina foi encontrada em um terreno baldio em um bairro vizinho.

A Polícia Civil chegou a analisar as imagens de câmeras de segurança próxima ao local, no qual o ex-padastro da criança foi visto no momento em que a menina sumiu. Robert Serejo chegou a prestar depoimento na delegacia do Maiobão e horas depois não foi mais localizado, passando a ser o principal suspeito naquele momento, foi quando ele teve a prisão temporária decretada pela Justiça a pedido da Polícia Civil.

No sábado (4), ele foi detido BR-135, tentando sair de São Luís em um veículo de condução coletiva. Robert foi levado por um policial militar à paisana para o posto da PM no bairro da Estiva e lá foi dada voz de prisão. Depois, foi encaminhado para o Centro de Triagem de Pedrinhas.

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