sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Fim das vaquejadas nos calendários culturais e esportivos do Maranhão


A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) tomada ontem, quinta-feira 06, de proibir a realização de vaquejadas no Estado do Ceará cria uma jusrisprudência para que a mesma proibição se estenda à todos os estados do Brasil. A informação caiu como uma bomba no meio dos que promovem vaquejadas todos os anos em várias cidades maranhenses e que já constavam no calendário esportivo e cultural de cada município. Elas reúnem milhares de pessoas e tem a participação de cantores e bandas famosas, como Wesley Safadão.



Além da festa que atraia milhares de pessoas das cidades mais próximas e outras distantes e de lugarejos, as vaquejadas oportunizavam geração de renda e emprego momentâneo. Aos participantes a fama e dinheiro.

Em quase todas as cidades do nosso estado as vaquejadas atraem participantes de outros estados e turistas.

Mas, por outro lado, “são manifestações extremamente agressivas contra os animais”, argumentou a presidente do STF, ministra Carmem Lúcia que foi o voto de minerva, desempatando de 5×5, sendo contrária à modalidade.

Porém, como bem lembrou em seu voto o ministro Gilmar Mendes, a importância econômica da competição é fundamental para regiões como o Nordeste e se disse preocupada se a atividade for para a clandestinidade.

Em todo o Nordeste, conforme a Associação Brasileira de vaquejadas, são mais de 4.000 provas todo ano no Nordeste. No Maranhão, elas ultrapassam a 200 a cada 12 meses. com prêmios que chegam até R$ 90 mil.

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