segunda-feira, 7 de abril de 2014
Municípios maranhenses têm até dia 10 para informar ao MS sobre cobertura vacinal contra HPV
Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Colinas e Bacabal são alguns dos municípios maranhenses que ainda não informaram a cobertura desta primeira fase da campanha de
vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), que será encerrada na
quinta-feira (10). A campanha teve início no dia 10 de março em todo o
país, com o objetivo de prevenir o câncer do colo do útero. No Maranhão,
a meta é imunizar 221,146 mil adolescentes maranhenses do sexo feminino
na faixa etária entre 11 e 13 anos de idade.No Maranhão, a vacina está disponível nos postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esta é a primeira etapa da campanha que terá ainda mais duas doses. “A próxima dose será em setembro”, adianta Helena Almeida. Para atingir esta meta, a estratégia de vacinação será disponibilizar, além das doses nos postos e unidades da rede pública do país, vacinação também nas escolas públicas e particulares.
Doses
Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção, sendo a segunda seis meses depois e a terceira cinco anos após a primeira dose. Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as adolescentes de 9 a 11 anos e em 2016 às meninas de 9 anos. No Maranhão a meta é atingir 80% do público-alvo. A vacina contra HPV garante proteção de 98% contra o câncer de colo do útero.
Na campanha será utilizada a vacina quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos (6, 11, 16 e 18) de HPV. Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo mundo. O vírus HPV é uma das principais causas de ocorrência do câncer do colo de útero – terceira maior taxa de incidência entre os cânceres que atingem as mulheres.
A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. Hoje, é utilizada como estratégia de saúde pública em 51 países. A sua segurança é reforçada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).
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