sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Terminal da Ponta da Espera estava lotado, ontem, de pessoas que retornavam de cidades da Baixada Maranhense; rodoviária também teve grande movimentação de desembarque; PRF contabilizou 10 mortes em acidentes nas BRs


Foi intensa a movimentação no Terminal da Ponta da Espera, ontem, Quarta-feira de Cinzas, de pessoas que retornavam de cidades da Baixada Maranhense, onde foram aproveitar o período carnavalesco. 32.539 passageiros fizeram a travessia e 4.815 veículos foram transportados de ferry-boat para o interior do estado, de sexta-feira, 9, e terça-feira de Carnaval, 13. Os dados, parciais, foram divulgados pela Coordenação de Terminais Externos (Cotex), situada no Porto do Itaqui.

Conforme a Cotex, além das 12 viagens diárias do Terminal da Ponta da Espera, em São Luís, para o porto de Cujupe foram necessárias 10 travessias extras na sexta-feira e no sábado, cinco no domingo e duas na terça-feira. A estudante Tácila Pereira, de 23 anos, viajou para Pinheiro de ferry-boat, curtiu a folia e retornou na manhã de ontem. “Sempre utilizo ferry-boat quando vou para a Baixada. As viagens foram tranquilas e a cada dia estão melhorando. Foi maravilhoso. Viajei sozinha e lá me encontrei com amigos para aproveitar a folia”, relatou.

Os dados com o número geral de passageiros que circularam nos terminais durante a semana do Carnaval serão divulgados na próxima semana, segundo a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).

Por terra

No Terminal Rodoviário de São Luís, também foi intensa a movimentação de passageiros que chegavam do interior do estado de voltar à rotina. “Viajei no sábado para Penalva. Fui visitar a minha família e curtir o Carnaval com eles. Foi muito bom. Sempre viajo de ônibus. Acho seguro”, explicou a vendedora Rosinéria Costa Correa, de 24 anos. Apesar do grande movimento, os taxistas que atuam na rodoviária estavam insatisfeitos com a baixa procura do serviço. “Em relação aos anos anteriores, o movimento neste Carnaval foi fra­co. Acredito que o Governo do Estado não deu incentivo para a folia, e muita gente preferiu ficar em ca­sa mesmo. As empresas também não colocaram ônibus extras e os passageiros procuraram por vans e carros”, frisou o taxista Arnaldo Júnior.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Quarta-Feira de Cinzas é considerada o dia de maior fluxo de veículos nas rodovias federais do Brasil e, consequentemente, é esperado um alto número de acidentes. “A expectativa é de que a movimentação de veículos seja maior no período da tarde e da noite da Quarta-Feira de Cinzas. Muitas pessoas voltando do interior para a capital e indo da capital para o interior do estado. Pela manhã, é mais tranquilo. A Operação Carnaval 2018 da PRF dura cinco dias e já contabiliza 10 óbitos, até a tarde desta quarta-feira” [ontem], explicou Antônio Noberto, assessor de comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Maranhão.

SAIBA MAIS

Até a tarde da Quarta-Feira de Cinzas, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) contabilizava 26 acidentes em rodovias federais que cortam o Maranhão, com 10 mortes e 28 feridos. O mais grave ocorreu em Pio XII, onde quatro pessoas morreram carbonizadas. Uma tragédia aconteceu na BR-230, em Carolina. Um veículo perdeu o controle, bateu em uma ponte e capotou. Três pessoas morreram na hora. Outros acidentes ocorreram na BR-316, próximo a Timon, e um em Itinga do Maranhão.

Imirante

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