quarta-feira, 26 de setembro de 2018


A população maranhense parece não ter aceitado a ideia do Senador Edison Lobão em escolher o próprio filho como suplente na disputa pela renovação do mandato.
Lobão iniciou a campanha em primeiro lugar, à frente de Eliziane, Weverton e Sarney Filho, mas já aparece atrás de todos esses. E sua posição atual nas pesquisas é a quarta colocação, segundo a última pesquisa divulgada pelo Instituto Econométrica. O emedebista está adiante apenas de Zé Reinaldo e Alexandre Almeida.
A rejeição ao nome de Lobão se deve, entre outros motivos, ao fato de Edinho não ser bem visto pelo o eleitorado. O empresário transpira arrogância e não esconde seu lado prepotente. É do tipo que mais atrapalha que ajuda.

E verdade seja dita, a escolha em Edinho de primeiro suplente soa como se Lobão tivesse subestimado a inteligência dos eleitores. Poderia ter optado por um nome mais leve e que agregasse valor à sua campanha.

E MAIS…

Em 2013, uma proposta de emenda à Constituição (PEC 11/2003) foi aprovada no Senado proibindo que candidatos para senador escolhessem como seus suplentes parentes de sangue de até segundo grau – como pais, filhos, irmãos, além de cônjuges e adotivos. A proposta foi colocada em pauta em meio à série de projetos que fazem parte de uma “agenda positiva”, definida pelo então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) em resposta às manifestações nas ruas. Mas a proposta acabou rejeitada pelo Plenário do Senado, possibilitando que candidatos continuem habilitando parentes como suplentes.

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