segunda-feira, 28 de maio de 2018


Os professores da rede pública municipal de São Bento, na Baixada Maranhense, cobram da prefeitura o reajuste de 6,81% estabelecido para o piso deste ano. A categoria está disposta a paralisar atividades por tempo indeterminado, caso não seja feita a recomposição salarial.

Para lembrar ao prefeito Luizinho Barros que a greve poderá ser o instrumento de luta para que os direitos dos trabalhadores sejam cumpridos, os professores fizeram uma paralisação de advertência, na última sexta-feira (18), liderada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), núcleo de São Bento.

A decisão pela medida de advertência foi resultado de uma reunião realizada no último dia 9, na qual os educadores discutiram a pauta geral da campanha salarial deste ano, que inclui outras reivindicações, além do reajuste. Em 2016, a categoria não teve os salários reajustados e, em 2017, a recomposição foi concedida ao final do ano, porém sem o devido pagamento dos retroativos.

A concentração da paralisação de advertência aconteceu na Praça Carlos Reis, Centro de São Bento, de onde os trabalhadores saíram em caminhada, com faixas, pelas principais ruas da cidade, até a sede da prefeitura, chamando a atenção da gestão para os direitos dos profissionais da educação que estão sendo negados.

“Diante do não avanço no diálogo com prefeito fomos obrigados a realizar este ato como forma de protestar pela negação dos direitos da categoria”, destacou o coordenador do Núcleo, Sérgio de Assis Lopes.

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