domingo, 20 de maio de 2018


O consórcio de candidatos formado no Maranhão (Roseana Sarney, Eduardo Braide, Roberto Rocha, Maura Jorge, Ricardo Murad etc.) para empurrar a qualquer custo a eleição de 2018 para o segundo turno vai juntar no Maranhão tudo o que há de pior na política brasileira: corruptos e corruptores, racistas disfarçados, xenófobos, fascistas, tiranos resguardados, caluniadores e difamadores, fisiológicos patológicos, extremistas, vendilhões de pesquisas, guardiões das desigualdades sociais, defensores da violência oficial contra os movimentos sociais e manifestações populares, capitalistas selvagens adeptos da regra “o povo que se lasque, desde que eu me dê bem”.

O vampiro Michel Temer já prometeu abrir os cofres para Roseana Sarney. E a filha dileta de seu guru se apossou do Fundo Partidário e exige que o império midiático que comanda ao lado de Edison Lobão aniquile a imagem do governador Flávio Dino. Propõe, assim, uma devastação moral para a qual não tem nenhuma base, pois trata-se, afinal, do governador Flávio Dino, respeitado e reverenciado em todo o país pela ética de seu governo e por seu histórico na vida pública. Vão, portanto, transformar a campanha num festival de calúnias, difamações, baixarias de toda ordem, enquanto não olham para os próprios rabos, sujos por um maremoto de denúncias de corrupção que vem, inclusive, do próprio Supremo Tribunal Federal e da Procuradoria Geral da República, envolvendo Lobão e José Sarney.
O Maranhão não é mais um feudo eleitoral da família Sarney e isso os desconecta. Aliás, o Maranhão não é mais feudo político de ninguém, pois que a ação democrática, o surpreendente número de obras nas mais nobres áreas da administração, driblando a crise econômica, a proximidade com os mais diversos estamentos sociais e o alto grau de transparência do governo Flávio Dino acabaram por criar um alinhamento ideológico no seio do eleitorado maranhense. Que não quer permitir o retorno da direita corrupta, do fisiologismo patológico, dos privilégios de meia dúzia em detrimento de um povo que os Sarney, durante 50 anos, atolaram em areias movediças, muito abaixo da linha de pobreza, enquanto se entregavam à esbórnia da lagostagem, das obras falsas (Refinaria Premium I) fantasmas e eleitoreiras, dos superfaturamentos e das negociatas com licitações.

Se pensam o contrário, ninguém esqueceu o que fizeram nas secretarias de Saúde e da Fazenda do Maranhão: um bilhãozinho pra cá, outro bilhãozinho pra lá e tome porre! Agora na mesa de figuras excrescentes como Michel Temer, Jair Bolsonaro e outros golpistas como o próprio Sarney, dispostos a tudo para tomar ou se manter no poder no Brasil e querendo levar nessa enxurrada o Maranhão.

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