sábado, 21 de abril de 2018



Os procuradores da República Juraci Guimarães Júnior e Carolina da Hora, do Ministério Público Federal no Maranhão (MPF-MA), concederam hoje (21) uma entrevista coletiva para se posicionar sobre as denúncias feitas pelo soldado da Polícia Militar Fernando Paiva Moraes Júnior.

Paiva é acusado de participar da quadrilha de contrabando desbaratada em operação realizada no final do mês de fevereiro, que contava com a participação do delegado Thiago Bardal, da Polícia Civil.


Um blog divulgou na sexta-feira à noite vídeo de seu depoimento em que o preso diz que o secretário de Segurança, Jefferson Portela, teria forçado que ele denunciasse um deputado. Os promotores que cobrem o caso desmentiram a denúncia do detento.

Aos jornalistas, os representantes do MPF afirmaram que a delação já feita pelo PM – por não ter sido homologada – “é um nada jurídico” e que o réu, já denunciado no caso do contrabando, contou inverdades em seu depoimento.

“É difícil a gente estar falando do desdito de uma pessoa que firma um termo de depoimento, na presença de defensor público da união, depois de oito horas de depoimento, e depois ele dá à Justiça uma hora de uma outra versão. É uma pessoa que, para a gente, não tem nenhuma credibilidade. A gente não dá qualquer credibilidade, de fato, ao depoimento dele”, declarou Juraci Junior.

“O réu, no vídeo, conta mentiras, falta com a verdade”, acrescentou a procuradora Carolina da Hora.

Do Blog GILBERTO LIMA

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