terça-feira, 6 de março de 2018



O major da PM Luciano Fábio Farias Rangel, um dos presos acusados de integrar a quadrilha de contrabando desbaratada na semana passada, faturava pelo menos R$ 50 mil do esquema.

É o que aponta o inquérito da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate a Corrupção (SECCOR), encaminhado à Justiça e que embasou a prisão do militar e de mais 18 pessoas.

“Circulam comentários de que o esquema rende ao major RANGEL a quantia mensal de cinquenta mil reais”, diz o documento.

Ainda segundo a SECCOR, membro do chamado “quarteto do Rangel” estariam recebendo, “em média, entre seis e dez mil reais”. Os pagamentos, apontam as investigações aconteciam no batalhão onde eles prestavam serviço.

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