domingo, 18 de fevereiro de 2018

Em depoimento prestado na sexta-feira, dia 16, na Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa, o tenente coronel aposentado, Walber Pestana, que matou o genro Davi Bulgarin (foto ao lado) na noite de quinta-feira, dia 15, contou que agiu em legítima defesa e que o jovem empresário investiu contra ele armado com uma faca, além de espancar sua filha. 

Ao delegado Lúcio Rogério, o militar informou que Bugarin e sua filha Ingrid Silva morava juntos e que por causa dela passar o carnaval fora do Maranhão com algumas amigas, o genro estava revoltado. E que a filha passou dois dias em cárcere privado.

Na noite de quinta-feira, assim que chegou na sua residência no Parque dos Nobres, por volta das 18h, encontrou tudo bagunçado e que o genro estava com uma faca tentando o suicídio. Ingrid, segundo o pai, vinha sendo agredida desde que chegou do carnaval e que, quando entrou na casa naquela noite, foi espancada.

Então, ele foi ao quarto pegou um revólver para acalmar o genro e ainda deu um tiro pro alto, mas ele investiu contra o militar reformado e acabou sendo alvejado por dois tiros. Após o depoimento, Walber foi liberado. O delegado do caso disse que as investigações prosseguem.

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