terça-feira, 6 de fevereiro de 2018



Durante uma fiscalização no Hospital Municipal de São Bento, neste final de semana, o Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren-MA) constatou que envolve irregularidade no transporte do recém-nascido, que morreu na última quinta-feira (01), após ser levado do município até Pinheiro em uma ambulância e ter atendimento negado no Hospital Materno Infantil.

De acordo com o a equipe do Coren-MA, não havia um médico e nem mesmo enfermeiro acompanhando a transferência, o que é exigido, ainda mais quando se tratava de um paciente em estado gravíssimo. Apenas uma técnica de enfermagem estava na ambulância.

“Os profissionais são expostos a condição de risco, são induzidos a cometer erros pela total falta de estrutura. A presença de um enfermeiro (a) se fazia necessário pela gravidade do paciente, que naquele momento era gravíssimo. Profissionais são obrigados a ter conduta que infringem a lei do exercício profissional da enfermagem para salvar vidas”, destaca o secretário, Jamson Oliveira.

Além disso, faltavam equipamentos necessários para a manutenção do oxigênio a criança. Os problemas encontrados em São Bento foram denunciados ao promotor de justiça Frederico Bianchini Joviano dos Santos, responsável pela 1ª Promotoria de Justiça de Pinheiro.

No domingo (4), o médico Paulo Roberto Penha, plantonista do Hospital Materno Infantil, acusado de negar atendimento ao bebê, conseguiu um habeas corpus e deixou o presídio de Pedrinhas onde se encontrava desde a última sexta-feira (02).

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