sábado, 18 de novembro de 2017

Diferentemente do que declarou o delegado da Polícia Federal, Wedson Cajé Lopes, que comandou a “Operação Pegadores”, a empresa CCO Indústria de Sorvetes Ltda., criada em 22 de janeiro de 2010, deixou de existir em 2013.

do Blog O Informante



A informação de que uma sorveteria prestou serviços hospitalares para a Secretaria de Saúde do Estado (SES) até fevereiro de 2015 é inverídica.

Diferentemente do que declarou o delegado da Polícia Federal, Wedson Cajé Lopes, que comandou a “Operação Pegadores”, a empresa CCO Indústria de Sorvetes Ltda., criada em 22 de janeiro de 2010, deixou de existir em 2013.

O Informante teve acesso a documentos do contrato de constituição da empresa e constatou que esta deixou de ser sorveteria em 4 de outubro de 2013, portanto dois anos antes de Flávio Dino assumir o governo, em janeiro de 2015.

A cláusula 4ª do contrato social altera a denominação social para Ágora Empreendimentos Educacionais Ltda.

O objeto social da Ágora, segundo a cláusula 5ª, alterou-se para treinamento em desenvolvimento profissional e gerência; educação profissional de nível técnico (consultoria).

Em 2015, houve nova alteração contratual e a empresa Ágora passou a ser denominada ORC Gestão e Serviços Médicos Hospitalares Ltda-ME.

A cláusula 3ª do contrato social estabelece como objeto social atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto socorro e unidades de atendimento de urgências.

Os documentos registrados na Junta Comercial do Maranhão põem por terra as afirmações da Polícia Federal de que uma sorveteria seria prestadora de serviços hospitalares para a Secretaria de Estado da Saúde.

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