sábado, 5 de agosto de 2017


A oligarquia Sarney vai lançar uma ofensiva sem precedentes para tentar prejudicar o governo Flávio Dino. A operação de perseguição ao governo comunista será comandada pela tríade do atraso e da perseguição Sarney/Roseana/Zequinha. 

Fontes de Brasília revelam que o objetivo é evitar aporte de recursos para programas do governo do Estado. Pretendem usar a influência junto ao governo golpista para aliciar prefeitos, deputados e outras lideranças, voltando a recompor bases no interior. Quem aderir ao projeto da oligarquia, terá benesses federais. Tal como Temer, para escapar da derrota na Câmara, a oligarquia ‘comprará’ apoio de lideranças políticas.

O objetivo da oligarquia é retomar o controle dos cofres do Estado para voltar a irrigar seus negócios milionários, como fizeram ao longo de cinco décadas de desmandos. Com a perda dessa grande fonte de financiamento, os negócios do clã entraram em parafuso. Que o diga o Sistema Mirante, que ficava com a maior fatia da publicidade, e teve que fazer um enxugamento, com dezenas de demissões, para tentar sobreviver sem as benesses dos cofres do Estado.

O planejamento da operação para essa retomada das chaves dos cofres foi iniciado nesta sexta-feira (4) em reunião na sede do PMDB, no bairro São Francisco, em São Luís. A ideia é que Roseana Sarney seja candidato ao governo, mesmo com o desgaste sofrido ao longo de quatro mandatos desastrosos, quando o Maranhão apresentou os piores índices em todas as áreas. Em 2014, acossada por uma crise sem precedentes no sistema prisional, teve que deixa o Palácio dos Leões pela porta dos fundos, com altíssimo índice de reprovação.

Na verdade a oligarquia não admite que Flávio Dino figure entre as principais lideranças de oposição ao governo golpista, sendo respeitado no país pelo governo de transformação que vem desenvolvendo no Maranhão. Uma luta intensa contra o atraso deixado pelo longevo domínio oligárquico derrotado em 2014. Temem que Flávio, portando, consolide sua liderança para além fronteiras e tenha potencial para uma disputa presidencial, após mais quatro anos à frente do governo do Maranhão. Com a ajuda do golpista Temer, a oligarquia quer podar as esperanças dos maranhenses.


Sem confirmar candidatura, Roseana diz que eleição contra Flávio Dino vai ser “uma coisa muito difícil”


No encontro, que confirmou a permanência de João Alberto no comando do PMDB, a ex-governadora admitiu que a eleição contra Flávio Dino (PCdoB) vai ser muito difícil. Ela propôs a união do grupo e o diálogo permanente com deputados, prefeitos, ex-prefeitos e vereadores como forma de superar o comunista. “Vamos precisar fazer isso, porque não vai ser uma coisa muito fácil, vai ser uma coisa muito difícil”, afirmou.

A ‘princesa da Odebrecht’ foi estimulada a anunciar oficialmente sua candidatura a governadora. Ela, porém, não aceitou a proposta e disse que ainda segue indefinida quanto à possibilidade de enfrentar o governador Flávio Dino e só tomará uma posição no início de 2018. “Se quiserem que eu volte que demonstrem isso”, afirmou a filha de Sarney ao se colocar à disposição do partido.


Roseana tentou tomar o PMDB de João Alberto

A ex-governadora bem que tentou ser a nova presidente do PMDB no Maranhão, mas teve suas pretensões barradas pelo senador João Alberto, que não abriu para a filha de Sarney e foi reconduzido à presidência do partido até o final de 2018.

Além de Roseana, o ex-deputado Ricardo Murad, ex-secretário de Saúde e acusado de lidera organização criminosa, também tentou tomar o comando do PMDB de João Alberto no estado.

Respaldado pela direção nacional, Alberto foi reconduzido ao posto de presidente e continuará dando as ordens na legenda. ‘Carcará’ não se intimidou com a ofensiva de Roseana para defenestrá-lo do cargo e peitou a ex-governadora, que, por questão se status e poder, queria estar à frente do partido durante as eleições do ano que vem.

Não custa lembrar que essa ‘operação de retomada dos cofres públicos’ conta com o financiamento do governo golpista de Temer. Se houver um acidente de percurso, com a impossibilidade de Temer continuar no comando do país, os planos da oligarquia naufragam. E os sonhos de voltar a ‘assaltar’ novamente o dinheiro público podem se transformar em pesadelos.

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