terça-feira, 11 de julho de 2017



Os três senadores do Maranhão, Roberto Rocha, João Alberto e Lobão, votaram a favor da reforma trabalhista. Agiram como traidores dos trabalhadores brasileiros e ajudaram a matar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).


A votação da reforma trabalhista de Michel Temer ocorreu após mais de sete horas de protesto e resistência de senadoras da oposição, que ocuparam a mesa da presidência do Senado. Foi aprovado o texto-base da proposta, que restringe direitos históricos dos trabalhadores, por 50 votos a 26.


Entre as medidas de maiores destaques estão o acordado entre empregados e empresários sobre o legislado, o que deixa em segundo plano os direitos previstos na legislação.


Após a aprovação do texto-base, os senadores passaram a analisar destaques que podem alterar o conteúdo final do texto, o que obrigaria que a matéria voltasse para a Câmara dos Deputados.


O governo de Michel Temer não quer que a matéria seja alterada para evitar que retorne à Câmara, que atualmente está às voltas com a análise da denúncia de corrupção passiva contra o peemedebista.

Ex-líder do PMDB, agora integrante da oposição, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) lembrou que o governo não tem legitimidade para aprovar a reforma. "Muitas vezes a virtude está na minoria. Foi o que aconteceu nesta noite", disse.

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