domingo, 19 de fevereiro de 2017
Policiais estão desaparecidos desde novembro do ano passado (Foto: Divulgação)

SÃO LUÍS – Nesta sexta-feira (18) completou três meses do desaparecimento dos policiais militares Júlio César da Luz Pereira e Carlos Alberto Constantino Sousa, na região de Buriticupu. Os PM’s foram vistos pela última vez no dia 17 de novembro do ano passado, em um veículo L200 Triton, de cor preta. A polícia encontrou o carro abandonado na Estrada da Cikel, área Tocantina. Apesar do apelo de familiares, entidades de direitos humanos e até de políticos, o caso permanece sem explicação.

O veículo, que era de propriedade do cabo César foi encontrado abandonado um dia depois do sumiço e foi conduzido para a Delegacia Regional de Imperatriz, onde passou por uma perícia pelo Instituto de Criminalística (Icrim).

À época, surgiu a informação que dois corpos haviam sido encontrados em uma estrada vicinal que dá acesso ao município de Arame, mas o achado não foi confirmado pela polícia. A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) informou que já existe inquérito instaurado sobre desaparecimento dos policiais.

Em entrevista à Rádio Mirante na época, o coronel José Pereira informou apenas que uma pessoa já foi presa por suspeita de participação no desaparecimento dos oficiais. Mas o comandante não especificou qual o local e em que circunstâncias a prisão foi feita e o caso segue sendo um mistério.

Cobrança na Assembleia Legislativa

Em dezembro do ano passado, o deputado estadual Sousa Neto (PROS) usou a Tribuna da Assembleia para cobrar uma resposta do Governo Flávio Dino sobre o desaparecimento do cabo Júlio César da Luz Pereira e do soldado Carlos Alberto Constantino Sousa.

Na denúncia, o parlamentar questionou o silêncio e a omissão da Secretaria de Segurança Pública (SSP). “Esse é um fato gravíssimo, tendo em vista que se trata de dois militares, que, simplesmente sumiram, e que pouco ou nada, o Governo do Estado e a Secretaria de Segurança Pública têm feito pelo caso”.

A equipe de OEstadoMA.com entrou em contato com a assessoria de comunicação do Governo do Estado para ter mais informações junto à Secretaria de Segurança, mas, até o momento, não obteve resposta.

Fonte: imirante.com

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