sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Programa ‘Escola Digna’ está mudando a realidade de milhares de estudantes maranhenses. Foto: DIvulgação
As ações em curso do programa Escola Digna do Governo do Maranhão já começaram a impactar positivamente nos índices educacionais do estado. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apontam que em matemática, a média do estado na escala de proficiência do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), em 2013, era de 238,65 e subiu em 2015 para 246,56, demonstrando um crescimento de 7,91 em 2015 no conhecimento em Matemática. Em Língua Portuguesa, em 2013, a média no Saeb era de 236,27, e saltou para 244,86 em 2015, com o crescimento de 8,59 em 2015, resultado considerado bom para o Ensino Médio.
Os dados divulgados em setembro de 2016 Inep apontam também crescimento em relação ao índice de aprovação e na média padronizada de Língua Portuguesa e Matemática na evolução entre os anos 2013 e 2015, superando, inclusive, estados que tiveram a média em Português e Matemática com decréscimo, como São Paulo, Rio de janeiro, Minas e Rio Grande do Sul.
No Ensino Médio, cuja responsabilidade por 97% da matrícula é do Governo do Estado, o Maranhão saiu do resultado de 2,8 em 2013 para 3,1 em 2015, um crescimento de 0,3 pontos no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de um ciclo para outro. No comparativo em que se leva em consideração apenas a rede pública estadual de ensino, o Maranhão fica à frente do Pará, Mato Grosso, Bahia, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe.


Escola Digna 


As ações do Escola Digna vão desde a assistência técnico-pedagógica aos municípios; formação de profissionais da educação; concurso público, melhoria de infraestrutura das escolas, educação em tempo integral, entre outras, já começaram a impactar positivamente nos índices educacionais do estado.
“Nós temos um grande desafio, que para dar certo só pode ser feito em regime de colaboração dos municípios. Nós não vamos conseguir melhorar o Ideb da rede estadual, sem a rede municipal. Por isso que nós queremos estreitar os laços com os municípios ainda mais. Porque só assim nós teremos um crescimento sustentável do Ideb no Maranhão”, defende o governador Flávio Dino.


Investimentos 


Com vistas à recuperação de baixos indicadores resultantes de anos de descaso com a educação no estado, o Governo do Maranhão destinou nos últimos dois anos mais de R$ 800 milhões na melhoria da atual rede de escolas, com reformas e substituição de prédios de escolas municipais por acomodações de alvenaria entre outros.
“Para que alcancemos estruturas sociais mais justas, precisamos da ação transformadora de todos que são vítimas da terrível desigualdade que marca o Brasil. Esse sujeito coletivo emancipador, para sua plena constituição, depende da universalização de oportunidades de acesso ao conhecimento. Por isso, o Governo do Maranhão está fazendo o maior investimento da história na melhoria da nossa educação”, afirmou o governador.
E os investimentos continuam. Só este mês, 15 novas escolas de tempo integral começam a funcionar no estado – sendo quatro deles parte da rede de educação profissional do Instituto de Educação Ciência e Tecnologia e outros 11 Centros de Educação da Rede estadual. Além disso, este mês, o Governador Flávio Dino assinou ordem de serviço da ordem de R$ 40 milhões para obras em mais sete Núcleos de Educação em tempo integral.


Outros Avanços 


– O Maranhão foi apontando como o Estado que atualmente paga o maior salário do Brasil aos professores; 
– Realização de mais de 18 mil progressões; 
– Eleições diretas para gestores escolares; 
– Mais de 500 escolas reformadas até o 1º semestre de 2017; 
– 3 Institutos de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema) inauguraram a educação profissional de tempo integral no estado; 
– Em 2017 serão 18 escolas com tempo integral em todo o estado; 
– Até março, 90 escolas de educação infantil e ensino fundamental serão entregues aos municípios, substituindo construções de taipa e galpões inadequados; 
– Mais de 1 milhão de estudantes estão sendo beneficiados com o programa de complementação de renda para compra de material escolar Bolsa Escola.

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