quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Terremoto notificado de magnitude 3 na escala Richter foi mais fraco do que o registrado na terça-feira, que foi sentido em várias cidades do estado e do Piauí

Em Belágua, algumas casas apresentaram rachaduras na ter-feira (Foto: Reprodução / Blog do Gilberto Léda)

VARGEM GRANDE – Mais um tremor de terra foi registrado no Maranhão, nesta quinta-feira (5), segundo o Observatório de Sismologia da Universidade de Brasília (UnB). Segundo dados, o epicentro do terremoto foi no município de Vargem Grande, cidade distante 194,8 km da capital.


O tremor registrado por volta das 9h50 desta quinta-feira, no município de Vargem Grande, foi de magnitude 3 na escala Richter. O novo tremor sentido hoje teve uma intensidade menor do que foi o sentido em várias cidades do Maranhão e também do Piauí na terça-feira (3).
Observatório registrou abalo sísmico (Foto: Reprodução internet)

De acordo com dois centros especializados em observação de abalos sísmicos, o município de Vargem Grande foi considerado como epicentro do terremoto que aconteceu no início da semana.

Diante do novo tremor de terra, as equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil do Maranhão ainda continuam em cidades do interior do Maranhão, onde os tremores foram sentidos com mais força, como no município de Belágua, onde algumas casas construídas de tijolo de adobe apresentaram rachaduras.

Histórico

O tremor que ocorreu nesta terça, de magnitude 4.6 na escala Richter, é o maior sismo da história do Maranhão, de acordo com relatório divulgado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com a publicação, foi o maior sismo registrado no Maranhão, que é uma das regiões do Brasil menos ativa sismicamente. Os maiores tremores anteriores no estado haviam ocorrido em Itapecuru em 1871 (magnitude 4), em Alcântara em 1909 (magnitude 3), e perto de João Lisboa em 1981 (magnitude 3.4). Foi, portanto, um tremor incomum para o Maranhão embora de magnitude normal para o Brasil onde tremores ainda maiores, acima de magnitude 5, ocorrem a cada 5 anos em média.

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