segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Brasil e Estados Unidos retomaram secretamente as negociações de um acordo sobre o uso de uma base militar brasileira em Alcântara no Maranhão para o lançamento de foguetes norte-americanos. As negociações da base foram encerradas em 2003, mas voltaram a ser discutidas por iniciativa do ministro das Relações Exteriores, José Serra, interessado em uma relação mais carnal entre os dois países. 

Uma proposta foi elaborada e apresentada até aqui em sigilo e apresentada pelo Itamaraty a autoridades dos EUA. Na proposta,o Brasil teria oferecido a base em troca de dinheiro e tecnologia.

Algumas proibições abordadas em 2003,chamadas de "SalvaGuardas",seriam flexibilizadas,e com isso, o governo norte americano teria recusado o acordo.


Em 2003,época das primeiras negociações com os EUA,foram empunhadas várias proibições ao Brasil:lançar foguetes próprios da base,firmar cooperação tecnológica espacial com outras nações,apoderar-se de tecnologias norte-americanas usada em Alcântara ,direcionar para o desenvolvimento de satélites nacionais dinheiro obtido com a base.Além disso,só pessoal norte-americano teria acesso as instalações.


Enterrada a negociação com os Estados Unidos, a Ucrânia foi o parceiro escolhido em 2003 para um acordo espacial. Herdeira da União Soviética, tinha tecnologia para fornecer. 

Brasil e Ucrânia desenvolveriam conjuntamente foguetes para lançamentos em Alcântara, com o compromisso de transferência de tecnologia de lá para cá.O entendimento do Brasil com a Ucrânia foi desfeito em 2015, após consolidar-se lá um governo pró-EUA. 

A base de Alcântara é tida como a mais bem localizada do mundo. Dalí foguetes conseguem colocar satélites em órbita mais rapidamente,uma economia de combustível e dinheiro.



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