quarta-feira, 30 de julho de 2014


A Embratur emitiu nota oficial, ontem (29), por meio da qual tenta defender o candidato a governador Flávio Dion (PCdoB), seu ex-presidente, da denúncia de que a CGU aprovou suas contas referentes ao exercício financeiro de 2012 com ressalva em virtude da assinatura de um contrato com a CPM Braxis para estrutura “superdimensionada” de tecnologia de informação (entenda o caso).
De acordo com a autarquia federal, a contratação ocorreu como manda a lei. “A respeito do Contrato nº 12/2009 com a empresa CPM Braxis, a Embratur destaca que a renovação do contrato realizada em 2012 foi precedida de pesquisa de preços de mercado e de análises técnica e jurídica favoráveis”, diz a nota.
Não é o que pensa a Controladoria-Geral da União (CGU) sobre o caso.
Em nota técnica (leia aqui a íntegra), os técnicos da Secretaria de Controle Interno do órgão de controle contestaram justamente a pesquisa de preços feita pela Embratur antes da contratação da CPM Braxis.
Ao se reportar à CGU, a assessores do então presidente Flávio Dino justificaram haver feito pesquisa, “mas apenas duas empresas responderam a suas solicitações de cotação”.
Ao analisar o caso, a CGU rejeitou esse argumento. E sentenciou: “Apesar da dificuldade alegada, a equipe de auditoria fez o levantamento de preços e encontrou vários contratos similares do preço abaixo do valor pago pela Embratur”. Veja abaixo.
nota
Conta outra, Embratur…
Em tempo: interessante notar que a nota da Embratur não chegou à imprensa por meio da Embratur, mas da assessoria de comunicação da campanha de Flávio Dino.

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